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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Denúncias contra Polícias da PB vão de mau atendimento até abordagens truculentas; confira dados


A Ouvidoria da Secretaria de Segurança revelou nesta quinta-feira (08) relatório contendo as denúncias mais freqüentes feitas pela população envolvendo a Polícia Militar e a Polícia Civil no estado. 
A maior parte da denúncia acontece quando a população tenta ser atendido dentro das delegacias, 39%, e é abordado na via pública, 27%. A Polícia Civil é mais denunciada, com 55%, contra 41% da Polícia Militar.
78,34% das reclamações dizem respeito ao mau atendimento; 54,23 denuncia abuso de autoridade; 18,8% truculência e violência física; 15,7% corrupção; 14,6 tortura; 9,4% invasão a domicílio; 9,4% crime contra o patrimônio; 7,3% crimes contra a vida e 25,11% outros crimes ou irregularidades.
Segundo o relatório, João Pessoa é a campeã de denúncias com 68%, Patos fica em segundo lugar com 7,4%, Lagoa de Dentro e Campina Grande empatados em terceiro lugar com 5% do número das denúncias.
“As principais denúncias que envolvem da Polícia Civil é falta de equipe nas delegacias. Na Polícia Militar as denúncias são de abuso de autoridade, perseguição interna, superiores contra inferiores, denuncias de oficiais que ficam em casa recebendo sem trabalhar e abordagens truculentas", contou a ouvidora da Polícia Valdênia Paulino Lanfranchi.
O relatório abrange todo o primeiro semestre de 2013. Num universo razoavelmente pequeno de atendimentos, 171 ao todo, o relatório aponta que dos contatos com a Ouvidoria a maioria foi para denunciar algo: 157, poucos ligaram para fazer elogios.
“A Ouvidoria de Polícia registra no primeiro semestre de 2013 o maior número de denúncias realizadas pessoalmente desde sua existência, totalizando 56% dos registros. Esse dado denota uma confiança crescente da população para com os serviços prestados”, pontou.

CNJ disponibiliza página da internet para reunir acesso à memória do Judiciário

A história de todos os tribunais do País ao alcance com apenas um clique. Esse é o objetivo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao lançar nesta semana uma página no seu portal na internet para reunir os links que dão acesso ao acervo documental e histórico das cortes de Justiça brasileiras. A inciativa integra o Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname), desenvolvimento pelo CNJ desde 2009 para preservar a memória do Poder Judiciário.
Uma espécie de banco de dados virtual, o portal concentrará os endereços das páginas na internet onde os tribunais disponibilizam seus acervos. A proposta é reunir esses links em um único lugar, de forma a facilitar o acesso da sociedade à memória do Poder Judiciário.
Até o momento, o portal da memória do Poder Judiciário fornece os links de acesso aos registros judiciais, arquivísticos, museológicos e biblioteconômicos de dois conselhos, quinze tribunais e uma seção judiciária.

Com Agência CNJ de Notícias